17 janeiro 2014

A dor que não passa

A Natureza está em constante mudança e tudo o que nela habita também. Mas porque razão estará sempre a Natureza a mudar? Estará a aperfeiçoar-se ou a modificar-se? E porquê? Estas e muitas outras perguntas são algumas das quais eu não conheço a resposta, talvez exista, mas provavelmente não a intenderia. 
Todos nós temos disto não é verdade? Perguntas cuja resposta nunca iríamos conseguir entender. Mas são essas perguntas que mais vontade temos em querer saber, em querer descobrir a sua resposta. Os cientistas são pessoas que têm muita curiosidade e que procuram resposta a perguntas que ainda não foram respondidas. No entanto, eu não sou nenhuma cientista e nunca tive interesse para o ser, mas mesmo assim tenho muitas perguntas dessas e muitas questões que nunca conseguirei resposta, por mais pesquisa que faça. 
Normalmente apenas escrevo quando tenho mesmo muito a necessidade e este é um dos casos porque por mais que desabafe, chore ou mesmo tente perceber, não consigo deixar de estar em baixo com tudo. 
Lá no fundo eu sei porque é que ando assim, mas a solução para isso é seguir em frente e - como me dizem - esquecer aquelas coisas. Pergunto, como é que uma pessoa consegue levantar a sua autoconfiança e a  sua auto-estima, quando de um momento para o outro a perdeu? É difícil levantarmo-nos quando a queda foi mesmo muito forte, quando a pancada que nos deram doeu tanto que nem mesmo o tempo faz passar a dor. É assim como me sinto, como se a pancada que levei há 4 meses ainda estivesse fresca. Mas essa pancada esta agora mais forte, parece que o tempo apenas a piorou e não fez nada para que passasse... Tento levantar-me com a dor, tento lutar para que tudo passe, mas nada consigo! Ao fim de um tempo é desgastante e as coisas pelo qual antes não sentia-mos nada, agora ajudam a ampliar essa mesma dor que todos os dias se carrega.
Uma vez senti uma dor assim, mas não foi da mesma pancada, e nessa altura a dor acompanhou-me durante muito tempo. A diferença é que nessa altura eu fui capaz de me levantar e lutar contra essa mesma dor, fui capaz de partir cada parte do meu corpo até que esta dor passasse, e passou. Porque é que agora não passa? Será que a pancada foi demasiado forte, ou simplesmente não me estou a esforçar como devia? 
Perguntas cuja reposta não conheço e não sei se alguma vez irei conhecer. Mas muitas vezes as perguntas mais complexas têm a resposta mesmo á frente dos nossos olhos, talvez seja esse o meu caso ou talvez tenha que continuar a procurar resposta com mais atenção.

03 janeiro 2014

Escrevi-o para ti!


Não sei bem por onde hei-de começar! Talvez devesse, pelo dia em que nós começamos... Já foi há algum tempo, mas também não foi há muito tempo, basta olharmos para os nossos pais que percebemos que o nosso tempo é minúsculo. No entanto, o tempo que passamos juntos foi o melhor que já tive: tivemos maus momentos, tivemos momentos excelentes e ainda, momentos em que a saudade apertava demasiado. 

Conheci-o onde todos os adolescentes conhecem os seus primeiros grandes amores, mas de uma forma mais peculiar. Quem nos viu a começar não pensou que durasse tanto ou que pudéssemos vir a gostar um do outro da forma como gostamos. Poucos devem ter acreditado e poucos viram como tudo se passou, mas ninguém realmente presenciou tudo o que passamos! As barreiras que tivemos que desmoronar, para que hoje estivéssemos como estamos, foram muitas. Não somos nenhum Romeu e Julieta, mas também digo que cada um de nós sofreu. 
Não estou aqui para dizer o quanto sofremos um pelo outro, ou o quanto ele sofreu por mim, mas sim o oposto! Não vou descrever as lágrimas que derramamos juntos e sozinhos, mas sim as risadas que partilhamos e provocamos juntos. Hoje é um dia em que devo escrever coisas felizes e especiais, é um dia especial!
Já tive o meu dia especial, foi quando o conheci! Esse dia ficou-me marcado, tanto esse, como aquele em que o vi pela primeira vez... Lembro-me de o ver mesmo à minha frente e de pensar: "Ele é mesmo lindo! Mas é demais para mim..." Esse dia, não me lembro quando foi ou o que disse quando ele estava à minha frente, foi o dia em que eu o conheci sem ele me ter conhecido, o dia em que eu VI o amor da minha vida. Não digo isto apenas por dizer, não o digo como muita gente diz, mas também não o digo como se fosse a única a ser verdadeira. À minha maneira e com o meu coração digo que Amo este rapaz, hoje e no futuro, quer estejamos juntos ou separados, quer sejamos um ou dois! Ele será sempre aquele que me marcou e será sempre aquele que nunca esquecerei!

Uma vez ele disse-me que andava à espera que eu escrevesse um texto aqui no meu blog para ele, mas nunca o fiz porque nunca senti necessidade para tal. Normalmente só falo das minhas tristezas, pois essas são as que não consigo guardar sozinha, mas com ele nunca senti tal necessidade! Agora escrevo este texto para ele, pois não quero que pense que nunca escrevi apenas porque não era importante para mim, pelo contrário, é de tal maneira importante que prefiro guardá-lo só para mim <33>

29 setembro 2013

4 Fotografias, 1 verdade

I have my demons and they are very frightening. 
When I wake up and I found the truth that I tried and tried to hide, I cry!

Ver as fotografias que sempre pensei que nunca iria encontrar, foi um choque! Tantas vezes pensei nelas, tantas vezes imaginei quando é que tinha acontecido. Agora vejo-as e percebo que não foi assim há tão pouco tempo. Talvez até tenha sido naquele momento de depressão, aquele momento em que o pobre do coitado não podia trabalhar, por ter sido "rebaixado"! 
Tantos diplomas, mas nada de ética. Tanta filosofia, mas continua a ser um boi. Não vê à sua frente a dor que provoca com tudo isto. Podia simplesmente sair, ir ter com elas, mas continua aqui, a magoar-nos! Desta é que podia ir para a Madeira, mas não...

Porquê? Porque é que eu tinha que descobrir aquilo? Tanta gente nesta casa e tinha que ser eu? Será que ela sabe? Será que sabe que ele cometeu o crime pela segunda vez? 
Tudo isto é muito! Não é muito para suportar, mas sim muito para que eu consiga ver a acontecer. Os beijos logo pela manhã, os mimos, a falsa felicidade que paira no ar... Tudo isto custa ver, sabendo a verdade. Custa vê-los a acreditar na mentira que ele nos cospe todos os dias, nas coisas que nos esconde e desvia. Fala mal dos políticos de agora, mas chega a ser pior que eles.

O que é que hei-de pensar ao encontrar aquilo? Tudo muito bem juntinho, quase como se estivesse a esconder alguma coisa. Não, ele está a esconder alguma coisa! Todos nós sabemos e desconfiamos, mas nenhum de nós tinha encontrado a prova. Quero saber mais, vou descobrir mais... Mas até lá, tenho que tentar olhar para ele com menos 
ódio (do que já tinha). Podemos ser do mesmo sangue, mas ai-de alguém que se atreva a dizer que somos parecidos... Não sou nada como ele!!

26 junho 2013

A razão de escrever

As memórias... boas ou más... estão guardadas dentro de nós... algures. Estão num espaço que só a elas pertencem. Estão à espera de serem novamente recordadas.
As boas tornam-nos felizes e quanto mais vezes as recordamos, mais felizes ficamos. Mas as más consomem.nos, fazem-nos perder e esquecer as boas memórias. Essas, quanto mais as recordamos mais fracos ficamos. Por isso, de uma forma que só nós podemos saber, devemos arrancá-las de nós. Não à memória em si, pois essa ajudár-nos-á a sermos mais fortes. Devemos arrancar a dor que elas provocam!

É por isso que escrevo!
Escolho e organizo as palavras que mais descrevem o que sinto, de forma a elaborar uma confissão. Essa confissão não pode ser escrita de qualquer maneira! As suas frases não têm que ter só sentido e significado, têm também que ter estética e assim, vou escrevendo essa confissão devagar e com muito cuidado. Tudo isto para que no final tenha à minha frente um texto bonito.

No entanto, escrevo para vocês (leitores) para que não sinta tudo sozinha. 
Escrevo para poder  partilhar, para poder aguentar cada passo que dou, para sentir que arranquei esse pedaço de memória, para que quando voltar a recordá-la, por qualquer motivo que seja, não volte a cair.

23 junho 2013

A culpa é minha por ainda sonhar...

A culpa é minha por ainda ser ingénua.
A culpa é minha por continuar a confiar.
A culpa é minha por ser infantil.
A culpa é minha por ainda acreditar.
Mas a culpa é minha principalmente por não saber o que é certo do que é errado. Por não saber que um sonho não passa disso. Por ainda ter a esperança de que algum dia eu me veja como outras se veem. Por tentar confiar...

A culpa é minha por ela se estar a destruir.
As discussões são culpa minha.
A culpa é minha por ainda não ter crescido.
A culpa é minha por ser como sou.
Tenho culpa de querer amá-los!

A culpa é minha por tentar.
E essa culpa toda que carrego também é culpa minha, porque tudo isto é culpa minha. Apesar de ser a mais nova, a culpa é minha e talvez quanto mais diga isto, mais perceberei que as coisas não ficarão melhores e que terei de viver assim. Ao fim ao cabo, a culpa é minha por ainda sonhar...

23 abril 2013

É demasiado fictício!

Não acredito em "para sempre"
Não acredito no "até ao fim"
Não acredito na eternidade

Acho que as coisas são aquilo que queremos que sejam, mas ao mesmo tempo não acredito que apesar de querermos "para sempre" o tenha-mos. Sei que há quem acredite, quem até mesmo realize isso, mas não acredito nisso na mesma!
Esse tempo é muito grande, misterioso e perfeito para que seja realidade. Logo, é demasiado fictício! Não vivo em contos de fada e não olho para mim como uma princesa à espera do seu final feliz. Não tenho modelos para me ver assim, não tenho crenças para poder sonhar com isso. Vejo amor naqueles que Amam, não vejo neles tristeza, desilusão, ódio... Acredito nesses, mas em mais nenhuns! Não acredito na mulher de branco, que diz que aquele é o dia mais feliz da sua vida. Não acredito no homem que diz que ama a uma mulher que carrega filho seu. Não acredito no homem ou mulher, que depois de trair, diz que foi um erro.
Será que realmente somos capazes de amar para sempre? Não haverá, no mínimo  um momento em que tenhamos duvidas à cerca do que sentimos? 

É preciso ter coragem para amar. Nem todos são capazes de se "abrirem" a um outro e dizerem "para sempre". E mesmo os que são capazes, será que eles irão cumprir essa promessa? 

Para quê vivermos anos das nossas vidas com alguém que deixamos de amar? Talvez seja o medo, o receio e a acomodação que nos fazem querer fazer esse sacrifício, apenas para continuarmos bem. Mas e os outros? Mas e essa pessoa? Não terão eles todos direito de serem felizes? Valerá a pena fingir um sorriso todos os dias, esconder a mágoa e o desespero? Isso tornará o mundo? Porque se sim, não vejo progressos, vejo apenas um buraco sem fim e quanto mais fundo escavamos mais fundo o vejo!

04 outubro 2012

Estudar, estudar...

Ultimamente passo os meus tempos livres a estudar. Nunca estudei tanto desde que comecei a andar na escola. No entanto, eu tenho que estudar muito para ter as médias que pretendo ter. Mas o mais curiosos é que eu estou a gostar de estudar e não a sentir aquele aborrecimento que antes sentia quando pensava "Tenho que ir estudar!". Desta vez até me sinto bem por ir estudar, sinto-me como se esse fosse o meu dever. Até é, tenho como profissão estudar, neste momento. Mas normalmente os jovens não gostam de estudar e sentem isso como uma obrigação, eu não. Sinto isso como se fosse algo que me traz prazer.
Sim, é estranho. Mas eu sou estranha! Não há nada de mal em gostar de estudar, ao menos fico mais culta e sabedora.
E claro, com os testes uma aluna tem que estudar cada vez mais. Já durante o tempo em que não tinha testes era assim, agora com é pior. E os primeiros testes são sempre aqueles que uma pessoa teme, pois não conhecemos os desconhecido! Principalmente, quando não  conhecemos a disciplina.
Agora uma pergunta para vocês leitores, que já passaram por esta fase:
- A Filosofia é assim tão complicada como agora é ou ela descomplica com o tempo?

30 setembro 2012

Eu simples sou uma complicada...

As palavras não me têm fluido como eu gostaria, nem mesmo as escolhas que tomo. Escolhi um lugar para me sentar que pensava que seria o melhor para mim, mas na realidade esse lugar não é assim tão confortável quanto pensei, talvez até seja mais duro que o último que escolhi. Que grande mania a minha de pensar que tenho sempre razão e de achar que nunca erro. Mas sabem qual é a realidade? Eu simples sou uma complicada, não sei deixar os momentos acontecerem!
Nem sempre isto é um defeito, mas a maioria das vezes é. E o pior é que isso dificulta-me muito no convivo, nos estudos, no amor... Mesmo sabendo as coisas complico. Mesmo sabendo que há como simplificar complico. Para mim, a complicação é o caminho mais fácil. Que ironia!
Tento descomplicar todos os anos, mas nunca consigo. Tento arranjar pensamentos mais simples para as situações complicadas, mas nunca os encontro. Procuro pessoas que consigam perceber o meu feitio, mas poucas o conseguem aturar, sendo que a maioria simplesmente me olha de lado desde o primeiro dia. Desde sempre que as pessoas ou gostam mesmo de mim ou simplesmente me odeiam. E das que em odeio tenho muitas... Não o que lhes faz odiar-me, não destruo relações de amizade, nem causo problemas às pessoas, apenas sou diferente, apenas não sou fixe
Afinal, eu sou mesmo complicada! E mesmo os desconhecidos conseguem ver isso apenas com o primeiro olhar ou com a primeira impressão. Já ninguém gosta de complicadas!

18 setembro 2012

15 setembro 2012

Querido diário #2

15 de Setembro de 2012
Querido diário
Estou a voltar a sentir o vazio que me percorreu este Verão, mas este agora não tem motivo aparente (penso eu). O antigo vazio que senti fora por uma paixão não correspondida. Agora este vazio não o sei interpretar. Sinto uma vontade enorme de deixar e ser forte, de chorar. Sinto-me como lixo aqui. Pois a tensão está cada vez a aumentar, a desilusão está-se a refletir cada vez mais forte nos olhos que em rodeiam. Sinto-me como se nunca irei atingir o que as pessoas esperam de mim. Sou uma falhada em curso e talvez eu ainda vá passar o curso, ou talvez eu seja de tal modo uma falhada que nem esse curso sou capaz de passar.
A minha cabeça está às voltas, ela já não sabe em que há de pensar e nem sequer sei se estes pensamentos são corretos. Agora sinto-me cada vez mais vulnerável às palavras e aos pequenos gestos de desprezo. A vontade de chorar é cada vez maior, mas ainda tenho aquela vontade de lutar por mim, por mais pequena que seja ela ainda está presente dentro de mim. Todos os dias penso no futuro e em quem quero ser, mas ultimamente tenho o pressentimento que cada pessoa à minha volta não quer que eu seja assim. Sinto-me novamente a ser julgada! 
Talvez estes sentimentos sejam apenas uma ilusão criada por mim para poder responder ao vazio que sinto, à falta de respeito. Mas será que eu sinto realmente esse vazio? Já nem sei isso, já nem sei se estou bem ou mal, apenas sei o que quero e isso é respostas!
Kiss

13 setembro 2012

Querido diário #1

13 de Setembro de 2012
Querido diário
Já tudo a começar outra vez. Os gritos, as lágrimas, as pressões, tudo está a voltar e eu não posso fazer nada a não ser continuar a tentar evitá-los, noutras ocasiões tenho que enfrentá-los e eles simplesmente descarregam em mim como se eu fosse o seu saco de socos. Não vou ser capaz de aguentar isto novamente, pois desta vez tudo será pior. As bocas vão virar para mim, os sermões serão para mim por causa de uma pequena gralha minha, o meu menos descuido será repreendido. Sem mais nem menos estou a ver-me num passado que pensei ter feito pausa. Ao que parece ele voltou a fazer play e eu sou novamente prejudicada, consequentemente.
Antes não tinha refugio para amparar a minha fúria e contradição, agora tenho este blog, mesmo assim não é a mesma coisa que ter alguém com quem falar. Para quê? Se cada vez que me abro com isso arrependo-me, ou porque não me sinto compreendida ou porque não prestam atenção. Tenho dois amigos na mesma escola que eu, mas não sou capaz de chegar à beira deles e fala-lhes disto, nunca fui. Lembro de uma vez estar numa aula de substituição e ele se ter sentado à minha beira e me ter dito que não saia dali, mesmo que eu não fala-se. E ele ficou mesmo e eu acabei por me abrir com ele. Sabes o que fez? Ouviu-me, ajudou-me e preocupou-se, coisa que nunca me tinham feito, coisa que nunca senti. Nunca tinha senti conforto e confiança assim com uma pessoa, nunca fui capaz de me abrir como fiz com ele, não daquela maneira. Ele foi, é e será um grande amigo meu, não tenho dúvidas disso!
Mas agora eu preciso de algo para me distrair destas coisas outra vez. Não quero passar o tempo a chorar como dantes, não quero continuar a olhar para eles da mesma forma, quero mudar, mas aqui isso é uma palavra velha, gasta, que já não se aplica com a idade deles.
Lamento imenso que as coisas sejam assim, sabes, mas a culpa não é minha de voltarmos ao mesmo, nem da primeira foi. Pergunto-me de que vale ter uma irmã se quando precisamos mesmo dela ela nunca nos pode "atender".
Kiss

12 setembro 2012

Desafio "11 for all"

Queria agradecer à Rosemary por me ter proposto este desafio. 
Este desafio é oferecido a blogues com menos de 200 seguidores e as regras são as seguintes:
- Postar 11 coisas sobre ti;
- Responder às perguntas que a pessoa que te ofereceu o desafio te colocou;
- Escolher 11 pessoas a quem passar o desafio (e deixar o respectivo link para os seus blogues);
- Criar 11 perguntas para essas pessoas;
- Informá-las.

11 coisas sobre mim:
1 - Durante 7 anos pratiquei ténis de mesa e esses anos foram uns do qual me orgulho muito, pois foram eles que me ajudaram tornaram quem estou a ser agora;
2 - Não consigo falar sobre coisas profundas facilmente com as pessoas e quando o faço acabo sempre por me arrepender;
3 - Lembro-me da minha infância como me lembro de mim à 3 anos atrás, sozinha. Durante a minha infância nunca tive grandes amigos e os que tive normalmente queriam sempre aproveitar-se de mim;
4 - Tenho ódio às pessoas que olham para mim e dizem logo que não gostam de mim, mesmo que por vezes me mostre indiferente com isso;
5 - Sou péssima a Português e muito boa a Matemática (pelo menos até ao 3º ciclo tem sido assim);
6 - A minha avó morreu quando tinha 7 anos e o meu avô morreu antes de eu nascer. Não tenho grande memória da minha avó, mas sei que gostava muito que ela tivesse vivido mais tempo para a poder conhecer melhor, como o meu avô;
7 - A minha família é constituída por mim, a minha irmã, o meu pai, a minha mãe e o meu tio (irmão da minha mãe), mas tenho família da parte do meu pai que desconheço, mas que gostava de conhecer;
8 - Tenho uma gata chamada Rita que adoro *.*;
9 - Sou muito ambiciosa e tenho expetativas muito elevadas para mim. Sou muito perfeccionista;
10 - Criei este blog um ano depois de ter deixado de escrever no meu diário. Com o objetivo de me expressar para os outros e não só para mim.
11 - Sou muito independente e com 18 anos quero trabalhar e andar a estudar ao mesmo tempo para poder sair de casa.
11 perguntas da Rosemary:

1 - O que te dá motivação para um novo dia, todos os dias?
Saber que algo de bom pode acontecer-me nesse dia

2 - Qual é a primeira coisa que fazes quando acordas?
Vou à casa de banho ahahahah xp

3 - O computador mudou a tua vida?
Neste momento posso dizer que sim, infelizmente.

4 - Queres casar? Porquê?
Sim, porque quero passar o resto da minha vida ao lado de uma pessoa que realmente Amo. Não quero acabar sozinha!

5 - Para ti, qual é o melhor lugar do mundo para organizar ideias?
Num parque, ao ar livre, num dia de sol. O som da Natureza e o respirar daquele ar puro refresca-me as ideias.

6 - Fala do momento mais difícil por que já passaste.
Foi quando o meu pai teve uma atitude que me pareceu, a mim e à minha irmã, incorreta e sem razão e ele respondeu-me: "Se pudesse voltar a trás faria tudo igual!". Nesse dia ele desiludiu-me muito e nem se apercebeu, e assim, as coisas nunca mais foram as mesma, até têm sido piores.

7 - Qual é a qualidade que mais admiras em ti? 
A minha ambição e determinação.

8 - E nos outros?
Que sejam divertidos e me prestem atenção quando preciso e quando não preciso.

9 - Acreditas que os namoros adolescentes valem a pena?
Não, acho que esses namoros são de curta data, salvo raras excepções, e servem para aprendermos. E assim, com esses erros, poderemos encontrar a nossa alma gémea no futuro. 

10 - Qual o teu maior sonho?
Ser uma pessoa de grande reconhecimento.

11 - O que te influenciou a desejar isso? 
A minha infância.
11 perguntas minhas:

1 - Porque crias-te o teu blog?
2 - Se tivesses coragem o que farias?
3 - Qual o teu sonho de criança?
4 - Fala do dia que te marcou até à data.
5 - No futuro, como e onde te vês?
6 - Como gostavas de morrer?
7 - O que pensas em fazer com o dinheiro se o tivesses (quantias muito grandes)?
8 - O que te assusta mais no futuro?
9 - Gostavas de poder ir ao espaço?
10 - Qual o teu lema de vida?
11 - Já tiveste um sonho que te fez lutar por algo? Fala dele.

Passo o desafio a:


Passo também a quem quiser o desafio. Lamento mas não posso passar a mais blog's que sigo pois eles ou já fizeram o desafio, ou têm mais de 200 seguidores, ou ainda já não usam o blog. Mesmo assim ofereço o desafio a quem quiser, mas por favor avisem para eu poder colocar no post.

09 setembro 2012

Já a perdi à muito tempo

A família devia ser o nosso apoio no Mundo e não mais um desapontamento. Mas de que valem essas palavras se na realidade isso não acontece. Devia ser agora, nestes momentos problemáticos que nos devíamos unir ainda mais, e até seja isso que eles pensem, mas não é, pelo contrário. No entanto, também é neste momentos problemáticos que vemos quem são realmente as pessoas. Nunca imaginei ter uma opinião de cada pessoa, em particular, da minha pequena família tão má. Família tem defeitos, tem erros escondidos e juras quebráveis, mas isso tudo devia ser escondido num pequeno espaço no nosso coração e perdoado, pois somos família. Mesmo assim, família nem sempre consegue suportar todos os erros, todos os defeitos e todas as jurar, pois por mais que sejamos forte não há como guardar-los para sempre.
Cada dia que passa mais me apetece desaparecer e quantas mais são as discussões que se acumulam maior a desilusão. Desilusão de um aproveitar-se e desilusão do outro não ser capaz de acabar com isso. Quando olho para eles sinto o laço que nos une, mas, para além disso, vejo os seus maiores defeitos que não consigo perdoar e que nunca irei conseguir, pois ele nunca irá admitir, perante mim, que estava errado.
A mim dizem-me que eu não aproveito a família que tenho, pois toda a gente vê a minha família como sendo uma família unida e com poucos problemas. Outros ainda dizem que tenho sorte por ter uma família. Mas essas pessoas não sabem o que é estar nesta família, nem mesmo qual é a sensação de desejar que essa mesma família se separe. Sim, eu desejava que os meus pais se separassem, mas isso é porque eles estariam melhor um sem o outro e eu e a minha irmã estaríamos melhor assim. Ambas concordamos com esta ideia, mas eles não querem isso para nós!
Não sou capaz de aceitar o facto de o meu pai se achar o rei e tratar a minha mãe mal, psicologicamente. E eu e a minha irmã não ajudamos, mas a pressão é muita! A família cor-de-rosa que toda a gente me pinta não é a minha e nunca foi. Cada dia que passa maior a desilusão que eu tenho pelo o meu pai e todos os dias ele faz questão de aumenta-la, sem saber. Talvez no dia em que lhe direi todas as coisas que não posso dizer agora ele perceba que perdeu a sua filha há muito tempo atrás por causa de pensar que tem sempre razão.
Agora tento viver nesta casa, onde todas as verdades são um pecado de se prenunciar. E a pessoa que mais tenho pena é a minha mãe que se faz de forte todos os dias, mas que não imagina como isso também me desiludiu nela. Basicamente, a minha família desiludiu-me toda, a minha mãe, o meu pai e o meu tio, por também "abusar" da minha mãe. Talvez ainda só tenha a minha irmã, mas mesmo ela perdi a confiança e acho que com o tempo ela também me irá desiludir, pois afinal de contas, ela é a única que falta!

05 setembro 2012

Antes era assim... Agora...


Antigamente, eu passava os dias a chorar e a lamentar-me.Sentia-me sozinha, excluída, diferente. incompreendida e não tinha nada nem ninguém a quem contar isso.
Não era capaz de falar com a minha família, nem com colegas. Tinha sempre o pressentimento que a partir do momento que eu abrisse a boca me voltassem a julgar, a humilhar.
Nem com a minha família eu sentia que podia contar. E eles sempre me disseram "Os amigos vão e vêm, mas a família está sempre cá", mas eu sempre senti como se a minha família não estivesse lá.
O meu pai estava sempre "ocupado" e quando eu precisava dele para ajudar-me com tpc's despachava-me para a minha irmã. A minha mãe estava sempre cansada e não gostava de a chatear com coisas fúteis. E a minha irmã, bem, ela ou estava ocupada ou não me prestava atenção. Foram estes pequenos detalhes que me deram a intender, na minha mente inocente, que não podia contar com eles. E com o tempo, comecei a perder confiança com eles e ganhei à ideia de que não tinha ninguém com quem falar. E as desilusões que eles criaram ficaram marcadas em mim, como se fossem um aviso. Agora, já não sou capaz de mudar as coisas, tentei, mas não consigo!
Ainda temos momentos bons juntos, mas já não sinto aquela união que devia sentir. Dizem para eu dar graças à família que tenho, dizem sempre que têm uma família pior que a minha, mas ninguém sabe metade do que passo ou sinto. À 3 anos que me fechei, e à 3 anos que perdi a capacidade de me abrir. Quando tento abrir-me nunca sinto-me melhor, pelo contrário. Normalmente, quando tento exprimir-me sou julgada e criticada. Tenho amigas que passam a vida a rir-se de tudo e quando eu tento desabafar riem-se. Pode não ser por mal, mas não gosto, faz sentir-me como se voltasse a ser o bobo. Elas não sabem o que é ser o bobo, elas não sabem o que é ser humilhada todos os dias, rebaixada.
Antes, eu era gozada pela mesma pessoa todos os dias e as pessoas à minha volta riam-se com ele. Depois habituaram-se à ideia de que eu era o bobo e usavam-me para se rirem. Em 4 anos de gozo apenas houve uma pessoa que me fez sentir melhor no meio desse grupo. 
É engraçado quando são os outros a serem os bobos, mas quando somos nós a história é outra e desde que me apercebi de que parte da história eu fazia parte, fiz um pacto comigo mesma :

"Esquecer tudo e todos
Para amanhã sorrir
Aprender com os bons
Para quando partir!"
(Significa, ignorar todos aqueles que me tratam mal e sorrir-lhes, estudar e ser a melhor, para quando acabar os estudos ser ALGUÉM e olhar para baixo, que será onde eles estarão.)

E finalmente poderei começar a segunda parte do meu pacto, estudar e ser a melhor. Agora é que poderei começar a ser alguém e no final, "vingar-me"!

25 agosto 2012

Ser diferente é bom!


Porque é que somos julgados, criticados, mal-tratados, gozados, humilhados... só porque não somos iguais aos outros? Uma pessoa não se julga por detalhes como estes, mas sim pelos pequenos detalhes que ninguém presta atenção, como ligar a um amigo apenas para lhe agradecer por ser um bom amigo. As nossas marcas são deixadas pelos nossos grandes feitos, mas também por estes pequenos detalhes e não porque não estamos na "moda" ou  porque somos tonos (que para mim é a mesma coisa). 
Toda a gente é única! Mas para mim, ser única/o não é apenas existir e viver o Mundo, mas é fazer a nossa diferença no Mundo diferente das dos outros. 
Estar na "moda" não é ser igual aos outros, mas sim ser algo diferente dos outros! Se todos fossem exatamente iguais o mundo seria ainda mais irritante. Não julgo as pessoas por quererem estar na moda, no entanto há sempre uma maneira de criar nessa moda a nossa própria, o que muitas vezes não acontece, pois existem pessoas que acham engraçado andar de igual uns/umas com os/as outros/as. 
Só porque uma frase já não é usada por a maioria das pessoas não significa que não se deva usar. Ao usarmos fases/palavras que apenas nós usamos isso vai desencadear interesse nos outros e muitas vezes eles próprios começam a usa-las. Mas isso só acontece com os considerados "fixes"! É nesta sociedade que o igual é fixe e o diferente estúpido.
Já me disseram que eu tenho problemas com a moda e é verdade, aliás, eu tenho um super problema com a moda que é "Odeio estar/ser igual aos outros!".

Eu gosto de ser diferente, pois, por mais que os outros não gostem, isso torna-me especial!

20 agosto 2012

15 Aninhos!!

Não me lembro desse dia, mas gostava. Aquele é o único dia que eu nunca esqueceria se alguma vez me tivesse lembrado. O meu primeiro respirar, o meu primeiro choro, o meu primeiro dia na Terra. Foi há 15 anos atrás e a única pessoa que viu e sofreu todos os momentos da minha chegada à Terra foi a minha mãe, agradeço-a por isso. Gostava que a minha primeira lembrança tivesse sido naquele dia, mas não foi.
Nem sei bem qual foi a minha primeira lembrança, mas acho que foi no dia em que a minha irmã foi para o infantário. Eu estava nas escadas dessa escola a dizer à minha mãe que também queria ir com a minha irmã e  ela apenas respondeu-me: "Daqui a uns anos também virás para aqui!". A minha irmã é 4 anos mais velha que eu, por isso eu suponho que a minha primeira memória tenha sido quando eu tinha 1 ano. Mas depois, os anos passaram e eu não me lembro de mais nada, a não ser quando entrei no mesmo infantário que a minha irmã andou (acho eu ). A partir daí relembro-me de algumas coisas...
Hoje, passado 15 anos daquele dia em que nasci, estou feliz com o que tive e tenho! Se não fosse eu própria a querer as coisas, não teria metade do que agora tenho. Sou ainda muito nova, eu sei, mas 15 anos já é um começo para se ser adulta, fisicamente, pois psicologicamente ainda tenho um grande caminho! 

P.S. Já comia uma fatia deste bolo, só pelo aspeto parecer ser de chorar por mais ;D

16 agosto 2012

A realidade dos meus Mundos

O Mundo Fictício é o melhor esconderijo para uma rapariga fraca como eu. Nele não há erros dolorosos, nem sentimentos incompreensíveis, pois esse Mundo é criado por mim. As lágrimas neste mundo não são permanentes nem tão dolorosas como no Mundo Real. Os amores são todos correspondidos e felizes. Neste Mundo, o azar é a escuridão e a boa sorte a luz!
No entanto, não é nesse Mundo que eu vivo. É no Mundo Real! Naquele em que quando caímos ficamos com uma ferida para recordação e quando perdemos algo querido desenterramos um buraco profundo no nosso coração. Neste Mundo não existem finais felizes, nem mesmo bondade por toda a parte. Aqui, a Cinderela é uma rapariga que conquista a vida a partir do momento que sai de casa e não quando vai para um baile. E a Branca de Neve uma rapariga que também se decide fazer à vida e encontra o seu verdadeiro amor, mas sem anões, rainhas malvadas, príncipes e magia, esta Branca de Neve simplesmente encontrou o seu "príncipe" numa rua ao virar da esquina.
E é por isso que o Mundo Real não é a minha primeira escolha. No entanto, aqui não há escolhas, mas sim realidades e a minha não é uma que eu queira aceitar. Eu sou o que sou e fiz as minhas escolhas baseada no acho certo e errado. Até agora pouco decidi e ainda será assim por algum tempo, mas os anos passam e eu torno-me mais crescida. Quanto mais cresço mais responsabilidades terei que ter. Mas eu não sou forte o suficiente para ter responsabilidades, ainda sou uma criança. Eu quero deixar de ser, mesmo com medo de crescer, eu quero deixar de ser esta criança e ser forte o suficiente ao ponto de não chorar. Não chorar por coisas banais, como filmes de romance ou mesmo texto sentimentais! Quero olhar para mim e ver-me forte psicologicamente, pois é isso que me falta.
Ainda acho bonito andar de peluches, comprar revistas de adolescente, chatear a minha irmã... Comporto-me como uma criança! Mas isso não tem mal, pois ainda o sou, mesmo assim, devia ser forte. Eu devia deixar de ser uma santinha e por os cornos do diabo de vez em quando. Nem toda a gente neste Mundo é honesto e são esses que devemos espetar os nossos cornos. Pois, é neste Mundo que os bons não são reconhecidos, mas sim os que calcam os fracos para subir. Eu quero subir, mas também não quero deixar que os outros subam, será isso possível?

Neste Mundo, os vencedores são os fortes e os perdedores os fracos!

13 agosto 2012

Último adeus!

Nova Iorque, 19 de Novembro de 2024
Querido diário
As memórias ainda me assombram, as lágrimas ainda me molham, as pessoas ainda me olham com pena. Nada mudou desde então e eu ainda não consegui mudar, ainda não consegui esquecer o passado que tanto me fez feliz.
Cada novo dia é-me como aquelas memórias, doloroso. Toda a alegria que eu conquisto até à porta de minha casa desaparece no momento a que a abro. Por isso, já desisti de sorrir ou mesmo de ser feliz, pois nunca o serei depois daquele dia. Mesmo começando do zero sinto o peso da queda que passou e mesmo a sonhar vejo as luzes do inferno. Se a minha solidão é o meu destino então que ele se anime, pois não vou voltar a fugir dele.
Os meus sonhos morreram naquele dia que tanto relembro, as minhas esperanças desapareceram...
Quero lembrar-me que fui feliz, mas ele foi a minha felicidade e agora desapareceu. Quero lembrar-me de como é sorrir, mas ele era o único motivo pelo qual sorria e agora desapareceu. Quero lembrar-me da luz, mas era ele que me iluminava e agora desapareceu.
Depois de todas as minhas forças acumuladas e de todos os medicamentos tomados ainda não consegui supera-lo. Mudei de vida, de cidades e de ares, mas mesmo assim nada mudou. Apenas as lembranças passam pelos meus olhos molhados!
Como tenho saudades daqueles dias luminosos em que íamos para o parque namorar. Como tenho saudades das noites passadas no telhado da minha casa e das bebidas que roubavas do teu pai. Como gostava de voltar a ver-te a cantar e a escreveres sobre mim, no entanto, há muito que deixei de ser a tua inspiração. Mesmo assim, tenho saudades dos planos que sonhávamos, dos dias que partilhávamos e ainda do pacto, que quebraste. 
Lembro-me muito bem do dia em que nos conhecemos e do dia do nosso primeiro beijo. Nunca me esquecerei da nossa música, nem do carro que nos guiou durante o nosso amor. E ainda, a tatuagem que fizemos juntos, aquela que tu tiraste. 
Porquê? Porque é que decidiste o teu fim sem mim? Não tinhas esse direito, não sem mim. Porquê é que não me quiseste levar? E porque é que me deixas-te tudo? Nenhuma destas jóias vai pagar ao inferno para te trazer, nem mesmo recuar no tempo. Para que quero isto tudo, se não estás aqui comigo? Nem um adeus me deste, nem um último "Amo-te" e agora desapareceste!
Talvez eu te encontre noutra vida, talvez recomecemos de novo e talvez aí, vivamos feliz para todo o sempre... Mas ao menos eu sempre soube despedir-me e ainda agora sei! Por isso digo que te Amei, que te Amo e que te Amarei aqui e no além. Agora, ADEUS!

Katy

(texto fictício e inspirado na música da Katy Perry)

11 agosto 2012

Feira Medieval

Ontem a minha tarde foi passada na Feira Medieval, em Vila da Feira. E digo-vos, aquilo é mesmo lindo!
O preço da entrada (por pessoa) era 3€, caso comprássemos o bilhete no momento, ou 2€, caso comprássemos em antemão, mas a entrada era de graça se fossemos antes das 15h da tarde. Como estamos em crise, optamos pelo mais económico e acho que essa foi a melhor decisão que tomamos nesse dia. Todos os anos costumo ir à Feira Medieval, mas sempre no final da tarde ou de noite, no entanto desta vez fui muito mais cedo e pude apreciar o que a feira têm de melhor que são os espetáculos e a decoração em si. 


Desta vez consegui ver a feira completa, passei por zonas que nunca antes vi e ri-me como nunca me tinha rido, naquela feira. E uma coisa que reparei foi que a feira estava muito menos cheia durante a tarde, só quando começou a aproximar-se o final da tarde é que começou a encher (eu chegava sempre na altura em que estava mais cheio e estava a anoitecer, por isso não podia apreciar muito a feira)
Bem, tive pena de não puder ter visto os melhores espetáculos, mas esses tinham sido nos dias anteriores. Mesmo assim, os espetáculos de rua, que foram demonstrados durante a feira, foram bastante hilariantes, como mostra nesta imagem.
O homem bêbado e ferido sentado tem um escravo a puxá-lo!
O homem que está sentado não era lá muito cavalheiro, para se estar a atirar a uma senhora mesmo ao lado xD
Mas esta feira não é só espetáculos e decoração. Aqui podemos encontrar coisas que não se encontra nas outras feiras, como por exemplo, aromas de todos os cheiros, armaduras medievais, tiaras de flores... Eu quis muito uma, mas era muito cara, mesmo assim fiz prometer à minha mãe que me ajudava a fazer uma só para mim ahahhaah :p
Há diversas barracas, com as mais diversas bijutarias, doçarias e muitas outras coisas. Havia algumas que alugavam fatos do tempo medieval, outras que vendiam brasões, outras que liam a sina, outras ainda que tinham equipamento medieval, como espadas e escudos. E ainda havia umas barracas que era só de decoração, como por exemplo, uma que tinha alguns tipos de aves em exibição. Nessa barraca havia uma ave que era parecida com a ave do Harry Potter, mas acabamos por descobrir que era um robô, que grande desilusão :c (segunda imagem abaixo)
Nalguns espaços haviam atividades para os mais novos (os mais velhos também podiam aderir, mas acho que eles preferiam só observar). As que eu mais gostei foram o tiro ao armo, as catapultas, dar uma volta de carruagem (pela feira toda) e ainda dar uma volta de cavalo ou de pónel, ou mesmo, como a minha mãe diz, num burro pequeno xD
Ahhh... E já me esquecia da melhor parte. Havia camelos!!! Tirei uma foto ao lado de um deles, mas eles cheiravam tão mal que pedi à minha irmã que a tirasse rápido. Pergunto-me como é que há pessoas que conseguem andar neles, mas a realidade é que há. Digam lá, não são tão lindo *.*
 É por todas estas coisa que vos aconselho a visitar esta feira! Se não conseguirem este ano, que seja para o  próximo ano, pois todos os anos há surpresas novas e aquela feira nunca deixa de ser interessante. 

(P.S. Estas fotos são todas da minha autoria, por isso é provável que a qualidade não seja boa pois o teu tele só tem 1.3 mega pixeis. Agradecia que me informassem colocassem a fonte destas fotos, caso queiram utiliza-las)