23 abril 2013

É demasiado fictício!

Não acredito em "para sempre"
Não acredito no "até ao fim"
Não acredito na eternidade

Acho que as coisas são aquilo que queremos que sejam, mas ao mesmo tempo não acredito que apesar de querermos "para sempre" o tenha-mos. Sei que há quem acredite, quem até mesmo realize isso, mas não acredito nisso na mesma!
Esse tempo é muito grande, misterioso e perfeito para que seja realidade. Logo, é demasiado fictício! Não vivo em contos de fada e não olho para mim como uma princesa à espera do seu final feliz. Não tenho modelos para me ver assim, não tenho crenças para poder sonhar com isso. Vejo amor naqueles que Amam, não vejo neles tristeza, desilusão, ódio... Acredito nesses, mas em mais nenhuns! Não acredito na mulher de branco, que diz que aquele é o dia mais feliz da sua vida. Não acredito no homem que diz que ama a uma mulher que carrega filho seu. Não acredito no homem ou mulher, que depois de trair, diz que foi um erro.
Será que realmente somos capazes de amar para sempre? Não haverá, no mínimo  um momento em que tenhamos duvidas à cerca do que sentimos? 

É preciso ter coragem para amar. Nem todos são capazes de se "abrirem" a um outro e dizerem "para sempre". E mesmo os que são capazes, será que eles irão cumprir essa promessa? 

Para quê vivermos anos das nossas vidas com alguém que deixamos de amar? Talvez seja o medo, o receio e a acomodação que nos fazem querer fazer esse sacrifício, apenas para continuarmos bem. Mas e os outros? Mas e essa pessoa? Não terão eles todos direito de serem felizes? Valerá a pena fingir um sorriso todos os dias, esconder a mágoa e o desespero? Isso tornará o mundo? Porque se sim, não vejo progressos, vejo apenas um buraco sem fim e quanto mais fundo escavamos mais fundo o vejo!

04 outubro 2012

Estudar, estudar...

Ultimamente passo os meus tempos livres a estudar. Nunca estudei tanto desde que comecei a andar na escola. No entanto, eu tenho que estudar muito para ter as médias que pretendo ter. Mas o mais curiosos é que eu estou a gostar de estudar e não a sentir aquele aborrecimento que antes sentia quando pensava "Tenho que ir estudar!". Desta vez até me sinto bem por ir estudar, sinto-me como se esse fosse o meu dever. Até é, tenho como profissão estudar, neste momento. Mas normalmente os jovens não gostam de estudar e sentem isso como uma obrigação, eu não. Sinto isso como se fosse algo que me traz prazer.
Sim, é estranho. Mas eu sou estranha! Não há nada de mal em gostar de estudar, ao menos fico mais culta e sabedora.
E claro, com os testes uma aluna tem que estudar cada vez mais. Já durante o tempo em que não tinha testes era assim, agora com é pior. E os primeiros testes são sempre aqueles que uma pessoa teme, pois não conhecemos os desconhecido! Principalmente, quando não  conhecemos a disciplina.
Agora uma pergunta para vocês leitores, que já passaram por esta fase:
- A Filosofia é assim tão complicada como agora é ou ela descomplica com o tempo?